O morro já é seu.
O que ainda não é seu é o nome dele.
Cabe torre ali.
Cabe muita torre.
Isso você não precisa que ninguém venha te dizer.
Torre boa vende antes de subir.
No ano seguinte é de outro. E o nome que fica na fachada é o do condomínio.
Existe uma segunda conta.
Mais lenta. E que não termina.
Ninguém pega estrada
para ver um prédio.
Pega para comer, beber, dormir — e voltar contando.
Uva não é paisagismo.
É o único produto que melhora sozinho enquanto você dorme — e o único que dá nome ao lugar onde nasceu.
Um prédio fica pronto.
Uma safra recomeça todo ano. Quem comprou uma volta pela próxima.
Três edifícios. Um morro. Um nome.
Uma cota para cada um.
| WINE CLUB | na primeira banqueta acima da rodovia |
| TORRE | a meia encosta, com a operação da marca embaixo |
| WINE RESORT | coroando a crista, no ponto mais alto |
Fotomontagem sobre imagem aérea real do sítio. Implantação aproximada — o polígono levantado ainda não foi incorporado.
À noite, de Itapema inteira
se vê onde é.
É isso que um endereço faz: se anuncia sozinho, todo dia, de graça.
4.000,00 m².
Quatro níveis de mil.
A porta tem seis metros e fica nos fundos. Ela abre um eixo que atravessa o prédio inteiro e termina no mar.
Aqui não se vende
metro quadrado.
Vende-se o direito de entrar.
Dez adegas privativas
de 24,64 m².
Cada uma com antessala própria. Não é corredor: é rua — e cada porta tem dono.
O único metro quadrado
que o dono não revende.
Aqui um vinho encontra
o preço dele.
Púlpito, paddles numerados, a garrafa iluminada como joia. O clube não só guarda: o clube movimenta.
Uma sala feita
para não ser atravessada.
Porta fechada, mesa longa, sem passagem. É o cômodo que menos aparece na planta e o que mais decide.
Charuto, whisky e palco.
Humidor climatizado, bar e concerto ao ar livre. A casa de máquinas fica atrás — vista não se divide com máquina.
E a parede é água.
Lâmina de borda infinita espelhando o prédio inteiro. Não é piscina. É espelho.
17.904,00 m².
Trinta chaves.
Todas com vista mar. Nenhuma de fundos.
A vinícola fica na frente.
Não nos fundos.
Pé-direito duplo, cubas de inox à vista do saguão. Não é área técnica escondida — é a atração.
Debaixo dela, a adega.
O vinho desce por gravidade e para ali. Barricas de carvalho, e ninguém com pressa.
O restaurante em balanço
sobre as cubas.
Do tanque à taça: um andar.
Uma cozinha que tem
de onde tirar.
Vinte varandas
com piscina privativa.
| 3º · LUXO | 6,40 × 18,00 = 115,20 m² · dez chaves |
| 4º · SUPER LUXO | 6,40 × 19,00 = 121,60 m² · com piscina |
| 5º · SUPREME | 6,40 × 20,00 = 128,00 m² · com piscina |
A hierarquia se faz pela profundidade, nunca pela largura: a frente das três lajes é alinhada e a pirâmide escalona pelo fundo, do lado do morro, onde ninguém vê.
E acabou.
Acima daqui, dentro do terreno, não existe mais nada. O resort é o topo.
O rótulo que sai daqui
só existe aqui.
É a última coisa que o hóspede compra e a primeira que ele mostra quando chega em casa.
Um apartamento por andar.
Oito ao todo.
288,00 m² cada. Os 32 metros de testada para o mar são de uma unidade só, e o elevador abre dentro de casa.
Três suítes, gourmet
e home office.
Duas suítes com closet, uma com banheira. Sem duplex e sem escada interna — os metros voltam para os ambientes.
Embaixo, a máquina.
Em cima, a vista.
Estoque climatizado na cota −5,00, com doca própria. Caminhão nunca cruza com morador: cotas diferentes, faces diferentes. 10.272,00 m² no total.
Cada 10 m de cota compram
10 m de imunidade.
Contra o skyline que ainda não existe. Com o olho na cota 100, um prédio na faixa de praia a 1,2 km precisaria de cerca de 89 m construídos para começar a tocar a linha do horizonte.
CALCULADOO sol nasce da água.
Todo dia do ano.
E se põe atrás da montanha, em silhueta, de 12 a 22 minutos antes do poente. É um sítio de nascente — o projeto assume isso.
Isto já existe.
Foi filmado antes da primeira estaca.
O resto do material
é bonito. Isto aqui não.
- O polígono levantado e a matrícula. Os 9,00 ha são informação sua e ainda não foram conferidos em campo.
- O gabarito aplicável. A LC 11/2002 não manda mais sozinha: a LC 143/2024 revisou o Plano Diretor e a LC 147/2025 alterou os índices, com efeitos desde 31/03/2025.
- O anexo de índices não tem coluna para Multifamiliar Transitório. Para hotel e resort a nota remete a lei específica — resolve-se na Prefeitura, antes de qualquer conta de área.
- Declividade real: duas fontes divergem, 35% e 59,3%. Os limiares de 30% e de 45° dependem disso.
- Supressão de vegetação sob a Lei da Mata Atlântica, e o rito de licenciamento que ela impõe.
- Viabilidade da vitivinicultura nesta latitude e umidade — ou se resolve com casta e manejo, ou o vinhedo é partido paisagístico. A marca não muda nos dois casos.
Estudo preliminar. Não substitui projeto executivo e não tem ART ou RRT.
Quem te mostra só o que é bonito
está escondendo o resto.
Você já construiu
muito prédio.
Quantos ainda levam o seu nome?
Prédio se vende.
Marca se constrói.
Lugar se herda.
O vinho que entrar na adega hoje
vai ser aberto por alguém
que ainda não nasceu.
Santé! não é um brinde à bebida.
É um brinde à saúde.
FATTO TEC · SANTÉ! WINE CLUB
ITAPEMA · SANTA CATARINA · 2026