O morro já é seu.
O que ainda não é seu é o nome dele.
Cabe torre ali.
Cabe muita torre.
Isso você não precisa que ninguém venha te dizer.
Torre boa vende
antes de subir.
No ano seguinte é de outro. E o nome que fica na fachada é o do condomínio.
Nenhuma torre planta nada.
A brisa vem do mar
às quatro da tarde.
Atravessa o parreiral antes de chegar na varanda. É a mesma brisa que seca a uva e que enche o copo de quem olha.
Uva é o único produto
que melhora sozinho
enquanto você dorme.
Primeiro o morro abre.
Máquina, terra vermelha e poeira na luz das seis. O primeiro banco acima da rodovia.
Toda obra sua
começou assim.
Quantas delas ainda têm o seu nome na porta?
Quatro lajes.
Uma grua.
Quatro níveis de mil metros quadrados, empilhados na banqueta. Daqui em diante é acabamento — e é onde a maioria erra.
Aqui não se vende
metro quadrado.
Vende-se o direito de entrar. A porta tem seis metros, fica nos fundos, e abre um eixo que atravessa o prédio inteiro e termina no mar.
O topo é o último
a ser aberto.
Porque acima dele, dentro do terreno, não existe mais nada. Quem chega aqui não tem vizinho de cima.
Duas gruas
na linha da crista.
Cento e cinquenta metros de testada, cinco lajes escalonando pelo fundo, do lado do morro, onde ninguém vê.
Trinta chaves.
Nenhuma de fundos.
Todas com vista mar, vinte com piscina na varanda. E a vinícola fica na frente, não nos fundos — não é área técnica escondida, é a atração.
O núcleo sobe
na frente das lajes.
Oito lajes, uma por apartamento. Nenhuma delas vai ser dividida.
Um apartamento por andar.
Oito ao todo.
288,00 m² cada. Os 32 metros de testada para o mar são de uma unidade só, e o elevador abre dentro de casa. Embaixo, na cota −5,00, o estoque climatizado com doca própria: caminhão nunca cruza com morador.
E um dia
o helicóptero pousa.
Club na primeira banqueta, Torre a meia encosta, Resort coroando a crista. Quem chega pelo ar desce no meio dos três.
Ninguém pega estrada
para ver um prédio.
Pega para comer, beber, dormir — e voltar contando.
Fotomontagem sobre a aérea real do sítio. Implantação aproximada — o polígono levantado ainda não foi incorporado.
Cada 10 m de cota compram
10 m de imunidade.
Contra o skyline que ainda não existe. Com o olho na cota 100, um prédio na faixa de praia a 1,2 km precisaria de cerca de 89 m construídos para começar a tocar a linha do horizonte.
CALCULADODesfrute da essência
do nosso projeto.
O resto do material é bonito.
Isto aqui não.
- O polígono levantado e a matrícula. Os 9,00 ha são informação sua e ainda não foram conferidos em campo.
- O gabarito aplicável. A LC 11/2002 não manda mais sozinha: a LC 143/2024 revisou o Plano Diretor e a LC 147/2025 alterou os índices, com efeitos desde 31/03/2025.
- O anexo de índices não tem coluna para Multifamiliar Transitório. Para hotel e resort a nota remete a lei específica.
- Declividade real: duas fontes divergem, 35% e 59,3%.
- Supressão de vegetação sob a Lei da Mata Atlântica.
- Viabilidade da vitivinicultura nesta latitude — ou se resolve com casta e manejo, ou o vinhedo é partido paisagístico. A marca não muda.
Estudo preliminar. Não substitui projeto executivo.
Você já construiu
muito prédio.
Quantos ainda levam o seu nome?
Prédio se vende.
Marca se constrói.
Lugar se herda.
O vinho que entrar na adega hoje
vai ser aberto por alguém
que ainda não nasceu.
Santé! não é um brinde à bebida.
É um brinde à saúde.
FATTO TEC · SANTÉ! WINE CLUB
ITAPEMA · SANTA CATARINA · 2026